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Diz que me ama apenas pelo amor, que esse é a sina das mulheres do seu povo. Como posso acreditar nessa afirmação? Pequena princesa eu não tenho nada a oferecer-te, sou um “corso”, um “forçado”, nada tenho a além de cicatrizes que certamente o tempo não vai conseguir curar. Não me fale, por favor, não. Cada palavra saída da tua boca é como a mais doce canção pra os meus ouvidos, como um cântico que atrai até velhos marinheiros pro mar revolto. Linda! É a única palavra que preciso pra descrever-te, linda! Nas curvas da tez morena que veste e olhos com o castanho mais sincero que um dia pude ver. É impossível pra mim não apaixonar-me por ti. Uma beleza tão natural como a tua só poderia brotar de um lugar como esse, castigado pelo sol, mas, com uma exuberância de verde que quase me faz pensar em desistir. Aventureiros sonham diariamente em encontrar com um lugar tão selvagem e uma bela sereia como você. Não insista infelizmente eu tenho que ir. Ficar seria renunciar ao que me manteve vivo por anos como “forçado”. Eu lhe avisei que assim seria, você sabia que assim seria e ainda sim decidiu dar-me a coisa mais frágil e importante que tens: teu coração.

Diz que me ama apenas pelo amor, que esse é a sina das mulheres do seu povo. Agora acredito…

(Inspirado em um trecho do livro de Henri Charrière: “BANCO! ” Também autor do best-seller mundial: “Papylon”)

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(Destinado a todas as pessoas quem tem coragem de lutar por aquilo que acreditam…)

Tire a poeira do joelho e levante, você tem uma responsabilidade muito grande pra desistir, então, recolha toda essa sensação de insignificância que existe dentro do teu peito e mande pro inferno.  Olhe ao redor e veja quantas pessoas estão julgando-se  melhor que você, agora olhe pra si e veja quantos sonhos carrega, quem importa mais? Um bando de imbecis que não conhecem teu coração ou a voz dentro do teu peito que te motiva? Não espere nada fácil, não queira nada fácil. Faça valer cada gota de suor que escorrer pelo seu rosto. Seja agressivo, audacioso, voraz e faça sua história, ou melhor, faça a história. Não seja mais um bunda mole zapeando os canais da TV procurando dizer quem “se vendeu”, que quando controle remoto quebra assiste algo na TV que não gosta por que não tem a mínima coragem levantar pra mudar de canal , imagine tomar uma decisão de mudar de vida.  Hipocrisia e demagogia pura vomitada pra vangloriar-se por não ser nada, não tentar nada e não ter coragem pra nada. O comodismo e ou o marasmo de acreditar que as coisas caem do céu em seu colo o faz criticar qualquer um que tente fazer algo fora do “clichê”. Uma mente limitada que estagnou no tempo. Por fim não fuja jamais da responsabilidade e se julgue sempre indigno de glórias, fale pouco e faça mais, saiba sempre ter pessoas ao seu lado com que você contaria pra salvar sua vida e dê a sua por elas

Nós não viemos aqui pra desistir, nós não viemos aqui pra perder.

Foi querer te beijar… Esse foi meu primeiro erro. Vi-me numa sensação envolvente que me fazia avançar enquanto tentava recuar, mas, terminava caminhando em sua direção. Como que daí não tivesse mais volta e me vi preso, porém liberto de uma prisão sem celas. Foi olhar nos teus olhos… Esse foi meu primeiro erro. Perceber que dentro deles havia uma vida que jamais saberia o gosto senão com você. Tão meigos que me lembro hoje de toda a fortuna que me esperava não a fortuna dos homens e sim a eterna, a que Deus nos fez em sua prova. Foi escutar teu sorriso… Esse foi meu primeiro erro.  Uma gargalhada de menina-moça pronta para destilar seu néctar entre os mortais. Dividir um sorriso que não passavam de míseros segundos eternos. Que um sonhador já sem forças pra resistir a tal quimera e então parar de lutar no último suspiro vão de resistência Foi tocar em seu cabelo… Esse foi meu primeiro erro. Cachos longos que me encorajavam por estarem atrás da orelha, mas, mesmo assim, suas ondas de indefinição  me confundiam também. Quando os colocava para frente e para trás, lindos cachos negros e fortes! Refletiam um lince nunca domado, ao mesmo tempo gentil e dócil…

E esse primeiro erro refletiu durante toda minha vida. Na cabeça dum homem cego de paixão foi uma eternidade, mas, não passaram de singulares segundos. Tudo ocorreu num instante, apenas num instante. No que antecedeu o beijo, logo após o eu te amo…

(texto escrito em 2005)

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