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Quanto tempo temos até o final da festa?Em todos os sentidos da metáfora. Não sei, você não sabe (alguém sabe só que Ele não tiraria a diversão da festa nos contando)e o que nos resta fazer é curtir a festa. Ir pro meio do salão e se esbaldar, fazer único cada minuto das horas que passou se “emperequetando” pra estar aqui. Por favor, não interprete isso como desculpa pra fazer coisas das quais se vai se arrepender na manhã seguinte, mas, como um convite para você viver sua vida em toda sua plenitude, em toda sua juventude que não acaba com o passar dos anos e sim á que se renova com a contagem do relógio do tempo. Seja a artista principal da sua vida, a estrela e seja sensível em não andar apressado demais nas ruas aponto de não conseguir ler as entrelinhas estampadas na face de seus amigos. Ande devagar, sem pressa pare no jardim para admirar a beleza da natureza, deixe-se inebriar pelo perfume da Rosa de Saron e se sentir vontade e á vontade pegue a rosa, cuidado com os espinhos da vida, leve-a quem você gosta e dê pra ela sentir o perfume também. Apesar de ser a mais bela rosa dentre todas, muita gente tem medo por causa de sua beleza, de seu amor. É quase impossível as pessoas com o coração duro reconhecer a beleza da rosa, mesmo algumas até acreditando nela, fica sendo um “El Dorado”,perdido na imaginação, mas não se engane, acredite, viva e confie. Voltando ao primeiro tema: quanto tempo temos até o final da festa? Tanto faz, ela não vai acabar nunca…

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Estamos órfãos, necessitados, perdidos. Esperando que venha alguém para nos redimir das nossas imperfeições, carências, tristezas. Um novo messias, uma nova moda, estilo musical, poeta, filósofo, líder político ou sistema governamental. Que ele seja a salvação total e definitiva de nossas vidas, que ele devolva a fé que há muito roubaram de nosso coração. Deus já veio a terra e o sacrifício já foi feito, ainda assim escolhemos servir a outro. Estamos órfãos e continuaremos órfãos, pois, enquanto procuramos um novo consumismo, um novo “karma” pra justificar nossas omissões e preconceitos, nossos crimes que cometemos principalmente conosco que nos dão a incerteza do amanhã. Não quero glória, não sou digno de glória. Mas conheço alguém que é. Que se fez nascer num estábulo, que se fez humilhado e morto, envergonhado em praça pública. Ele não desejou mal a ninguém, ele não rejeitou ninguém. Não buscou seus amigos entre ricos e sábios, buscou na humildade e serviabilidade de seus corações a chave pra um mundo novo. Num mundo onde um olho era pago por outro ele falou de amor, perdão e compreensão. Em se dar pelo outro sem esperar nada além de um muito obrigado. De que o servir o nosso próximo talvez fosse mais importante do que todos os títulos e honrarias que viéssemos um dia a receber

E o pior que isso aconteceu a mais de 2000 anos e a humanidade ainda não aprendeu o significado de um simples verbo: amar.

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